Call of Juarez: The Cartel é o novo jogo da popular franquia de faroeste. Quer dizer, mais ou menos de faroeste pois o novo game da série, que chega às prateleiras daqui há pouco mais de umas semana, apresenta um visual bem mais urbano.
Apostando em uma reformulação total, o novo Call of Juarez abandona o velho-oeste e se passa nos dias atuais, abordando temas polêmicos como o tráfico de drogas na fronteira do México com os Estados Unidos.
O jogador poderá escolher entre três personagens, cada um com suas próprias motivações: Kim Evans, uma ex-membro de gangue que virou agente do FBI, Eddie Guerra, um agente do DEA viciado em jogos de azar e Ben McCall, detetive de LAPD descendente do famoso personagem Ray McCall, do game original.
O novo jogo traz uma ambientação completamente diferente: os saloons foram trocados por baladas, cavalos e suas diligências viraram jipes, e as pistolas agora dividem lugar com rifles de precisão, sub-metralhadoras e outras armas mais modernas.
Outro ponto interessante é que a campanha poderá ser jogada por três pessoas ao mesmo tempo, em um sistema de drop in/drop out. Confira abaixo um vídeo que apresenta mais de sete minutos de gameplay do jogo:
Produzido pela Techland e com distribuição da Ubisoft, Call of Juarez: The Cartel será lançado no dia 19 de julho, com versões para PC, Playstation 3 e Xbox 360.
A Electronic Arts, responsável pela famosa franquia de games de futebol FIFA, confirmou o lançamento do novo jogo FIFA 12 para o dia 27 de setembro deste ano, para os Estados Unidos, chegando ao velho continente três dias depois.
A empresa também anunciou que a nova engine de impacto, anteriormente só utilizada nos consoles HD da sétima geração, também será utilizada na versão para PC. A nova mecânica de interação vai permitir que os gamers experimentem os impactos entre jogadores (no campo virtual) de maior proximidade com a realidade existente até então.
O produtor executivo do game, Kaz Makita, declarou ao CVG que esse é o momento que todos os fãs de jogos para PC sempre estiveram esperando: agora eles poderão jogar FIFA com toda a complexidade da física por detrás das partidas. O PC vai permitir a melhor qualidade gráfica da serie, aliada à melhor jogabilidade já feita (até hoje) para um jogo do esporte, inclusive contando com o serviço online EA SPORTS Football Club.
FIFA 12 será lançado no dia 27 de setembro para Xbox 360, PlayStation 3 e PC.
De acordo com o diretor de apresentação de Assassin's Creed Revelations, Brent Ashe, as motivações de Ezio Auditore no jogo serão muito diferentes das apresentadas pelo personagem nos games anteriores.
“Ezio nunca quis ser um mestre assassino, mas sim buscar a simples e pura vingança. Primeiro pelo assassinato de sua família, em Assassin's Creed II, e depois pela morte de seu tio pelas mãos de Cesare Borgia em Brotherhood” explica Ashe. Em Revelations, no entanto, Ezio sai em uma peregrinação pessoal em busca dos segredos deixados por Altaïr.
Para isso, as atenções se voltam para a cidade de Masyaf, localidade presente no primeiro título da franquia. É nela que se encontra o templo dos assassinos frequentado por Altaïr, o qual escondeu pelo mundo as cinco chaves necessárias para abrir as suas portas.
Contudo, não é apenas Ezio que está atrás dos segredos deixados pelo seu ancestral. Dessa forma, o protagonista inicia uma corrida contra o tempo para revelar os mistérios que rondam a sua existência.
Assassin’s Creed: Revelations será lançado para PlayStation 3, Xbox 360 e PC pela Ubisoft em novembro deste ano.
A fabricante de periféricos para aparelhos eletrônicos, Leadership, anunciou dois novos controles com custos reduzidos para serem usados em Xbox 360 e PlayStation 2. Os dois novos acessórios já estão disponíveis na loja online da empresa, custando respectivamente R$ 159,00 (para o console da Sony) e R$ 345,00 (para o da Microsoft).
O controlador compatível com PS2, primeira foto, chama-se New Generation, possui 14 botões, incluindo dois pedais e ventosas para fixação do aparelho em superfícies lisas. Já o compatível com a plataforma da Microsoft, chamado Suzuka (segunda foto), possui duas borboletas atrás dos volantes, que seriam paddle shifts para troca de marchas; possui giro de 180º, sistema de vibração (de acordo com o jogo), além de ajustes de altura e angulação.
A novidade vai deixar mais barato para os aficionados por velocidade aproveitarem a totalidade dos melhores games de corrida. Só falta torcer para que a redução dos preços não tenha afetado a qualidade dos produtos.
Mas naminha opinião ainda continua com um preço meio carinho...
O novo trailer de “FIFA 12” finalmente mostra a jogabilidade que poderemos conferir no fim do ano. Além das melhorias já anunciadas recentemente, o game contará com mais de 500 times licenciados e 15 mil jogadores, menus redesenhados e mais acessíveis e outras novidades.
Uma das partes que estão recebendo mais atenção neste ano é a apresentação do game e das partidas. De acordo com a EA Sports, a nova edição de “FIFA” será fiel às transmissões de TV, com melhores efeitos de luz, torcida mais autêntica e uma nova câmera padrão, mais realista. Este é o ataque canadense ao seu maior concorrente, “PES 2012”, já que o game da Konami sempre se preocupou mais com esses detalhes.
“FIFA 12” tem lançamento garantido – por enquanto – no Nintendo 3DS, PC, PlayStation 3 e Xbox 360 e deve estar nas lojas entre setembro e outubro, mas confira as impressões do POP Games sobre o título durante a E3. Fique ligado!
O aguardadíssimo Batman: Arkham City teve um novo trailer divulgado hoje pela Warner Games. E não é um trailer qualquer, meu caro: ele mostra pela primeira vez o gameplay de Selina Kyle, mais conhecida como Mulher-Gato!
Com este trailer, não restam dúvidas: a Mulher-Gato será uma personagem controlável no game. E pelo jeito, ela e o Batman terão de unir forças de vez em quando para prosseguir, olha só:
Legal que ela tem seu próprio acervo de armas e golpes, o que deve dar uma boa variada na jogabilidade. Batman: Arkham City chega às prateleiras no dia 18 de outubro de 2011, com versões para PC, Playstation 3 e Xbox 360.
Vale lembrar que a edição 22 da revista Arkade traz um preview completo de Batman: Arkham City.
via Arkade
A SquareEnix e a Crystal Dynamics acaba de divulgar o primeiro trailer completo do reboot da franquia Tomb Raider. Quer saber como a jovem Lara Croft acabou toda machucada em uma ilha deserta? Então confira o trailer na sequência!
Bacana o vídeo, não? O novo Tomb Raider deve ser lançado somente no segundo semestre de 2012, com versões confirmadas para Playstation 3 e Xbox 360.
Via Arkade
Skarlet, a primeira lutadora a ser vendida via DLC no novo Mortal Kombat, acaba de ter seu primeiro vídeo de gameplay divulgado. Quem diria que um antigo bug dos fliperamas seria ressuscitado tantos anos depois!
Para quem boiou no parágrafo acima, o resumo da história é o seguinte: a personagem Skarlet surgiu devido a uma falha no game Mortal Kombat 2, que ocasionalmente “misturava” as cores das ninjas Kitana, Mileena e Jade e fazia aparecer uma guerreira de roupas vermelhas.
Muitos jogadores gastaram muitas e muitas fichas tentando encontrar aquela guerreira misteriosa, extra-oficialmente batizada de Skarlet. Agora, quase 20 anos após o lançamento de Mortal Kombat 2, o que era uma falha no game se torna uma guerreira de verdade, com golpes e fatalities exclusivos!
Confira abaixo o gameplay da nova guerreira, que parece ser meio masoquista, visto que utiliza seu próprio sangue como arma:
Outro conteúdo que deve sair em breve são os uniformes clássicos dos personagens Sub-Zero, Scorpion, Reptile, Ermac, Jade, Kitana e Mileena. Sub-Zero, Scorpion e Reptile receberão também seus antigos fatalities, olha só:
A Warner Games ainda não divulgou se tudo isso fará parte de um mesmo pacote DLC, ou se os itens poderão ser comprados separadamente (visto que a pré-compra em determinadas lojas já concedia os uniformes e fatalities clássicos de alguns guerreiros).
A data de lançamento também não foi especificada, mas Ed Boon, criador do game, acredita que o primeiro DLC deve estar disponível até o final do mês de junho.
A maior franquia dos games de guerra está de volta, com muito poder de fogo!
Fervendo!
A série Call of Duty já chegou ao patamar de praticamente não precisar mais de apresentações. O jogo de guerra da desenvolvedora Infinity Ward — publicado pela Blizzard, despontou no mercado de games pela sua proposta diferenciada dos demais jogos de confrontos mundiais. O jogador encarnava apenas um soldado no combate, e não um exército de “um homem só”.
Call of Duty: Modern Warfare 3 vem na sequência de ótimos jogos de FPS de guerra, como CoD, II, III, IV (que traz o primeiro sub-título Modern Warfare). O novo game carrega uma missão especialmente difícil: ser o sucessor do premiado e vitorioso Modern Warfare 2, que foi agraciado com inúmeras premiações de melhor jogo do gênero no ano de 2010.
Recentemente, várias informações sobre o lançamento e detalhes do game foram publicadas pelo site Kotaku. A produtora Infinity Ward escreveu, via Twitter, que uma parte do que foi divulgado procede e outra parte não passa de boatos. Isto posto, adicionando o fato de que CoD é um dos FPS mais jogados e conhecidos do mundo, quaisquer informações são interessantes.
Modo história
O jogo se passa depois do final do MW2 (alerta spoiler) logo após os russos terem invadido Washington, rumo à Nova York. De acordo com as imagens mostradas no trailer liberado até agora, não se notam grandes mudanças no que diz respeito à jogabilidade e itens. Apenas foi bastante notável a presença de um dispositivo acoplado à arma, talvez um lança-granadas. O que indica que poderá haver implementações para combates em curta e longa distância.
Seguindo o padrão das guerras modernas, as batalhas levarão o jogador, no modo campanha, para diversas localidades mundiais. Londres, Paris, Berlim e Nova York serão cenários das arrasadoras batalhas, que terão seu desfecho na cidade de Dubai (segundo fontes do site Kotaku).
Ao que parece, como pode ser visto nos 4 teasers e no trailer liberados, a batalha toda começa por Nova York. Helicópteros e força aérea russa bombardeiam a cidade, na baía Hudson, em frente à estátua da Liberdade. Submarinos lançam mísseis, provavelmente não-nucleares, destinados a Wall Street. Curiosamente, existe um grande edifício construído onde costumava estar o World Trade Center. Certamente bastante polêmica será causada por esse jogo.
São, ao todo, 15 missões que prometem esclarecer várias das pontas que ficaram soltas nos Modern Warfare anteriores. Além, claro, de apresentar novos personagens e outras questões, que serão importantes para a continuidade da série. De acordo com a exclusiva do Kotaku, os dois mais importantes serão os soldados da Delta Force, chamados “Sandman” e “Frost”.
Multiplayer
O game é um FPS (First Person Shooter) em primeira pessoa. Como de costume o modo para multi jogadores será o seu ponto mais alto, contando com 20 mapas diferentes. Também estarão presentes duas variações para o modo “Special Ops”, sendo elas survival e mission. Ainda não está muito claro sobre como funcionarão outros modos cooperativos, ou até mesmo se haverá outros.
Todas as dúvidas e o a ansiedade dos jogadores mais apressados terão que aguardar mais alguns meses. O game tem previsão de lançamento no dia 8 de novembro de 2011, para Xbox 360, PC e PlayStation 3. Acompanhe no Baixaki Jogos a cobertura da E3 para mais informações sobre o novo jogo da franquia Call of Duty
A Epic não brinca em serviço e para aumentar o hype a empresa lançou um trailer épico (com o perdão do trocadilho) de “Gears of War 3”. Além de novas imagens até então inéditas do modo campanha, o vídeo também é embalado por uma surpresa agradável aos fãs do rock `n` roll: a canção “War Pigs”, do Black Sabbath. E nada é mais legal do que descarregar pentes em hordas de inimigos da humanidade ao som da voz de Ozzy Osbourne e das guitarras de Tony Iommi!
Com lançamento cravado para setembro desse ano, exclusivo para o Xbox 360, “Gears of War 3” é, como o nome já denuncia, o terceiro episódio da saga de Marcus Fenix e seus amigos em busca de livrar a humanidade dos Lambent, que são Locusts (os antigos inimigos) geneticamente alterados. E aí é só deixar o discurso piegas de lado e fazer chover balas da Launcher nesses miseráveis!
Em um comunicado, a Ubisoft divulgou hoje maiores detalhes a respeito da trama e da jogabilidade de Assassin’s Creed: Revelations, assim como novas imagens conceituais e um teaser trailer.
Em Revelations, o jogador irá acompanhar Ezio Auditore em uma jornada à Constantinopla, na qual o assassino buscará seguir os passos de seu antepassado Altaïr (o qual retornará como um personagem jogável) e procurar pelos cinco selos que guardam a chave para o futuro dos assassinos. Além disso, irá também batalhar contra a ameaça templária que visa desestabilizar a região.
Durante a aventura, Ezio contará com novas armas (como uma lâmina em forma de ganhcho) e contará com novas habilidades: a criação de explosivos e um Eagle Sense mais apurado. Além de todos os cantos da capital do império otomano no século XVI, Ezio também passará por locais como a Masyaf, uma fortaleza localizada nas montanhas controlada pelos assassinos da região.
Para os fãs do modo multiplayer de Assassin's Creed: Brotherhood, a companhia prometeu que ele retornará, juntamente com mais modalidades e mapas para os jogadores. Assassin’s Creed: Revelations será lançado no outono americano (ocorrido entre os meses de setembro e dezembro) com versões para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.
A Game Informer liberou novas informações sobre Assassin's Creed: Revelations. Desta vez, a revista foca nos locais que servirão de cenário para o título, que dará um fim à história de Ezio, personagem central dos mais recentes títulos da franquia.
A trama terá início em Masyaf, onde o protagonista está em busca de respostas. A seguir, ele é levado a Constantinopla, cidade dividida em quatro distritos bem diferentes uns dos outros. Ezio também passará pela cidade subterrânea de Capadócia e pela ilha grega de Rhodes.
Assassin’s Creed: Revelations será lançado em novembro para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.
No dia 22 de março de 1996, o primeiro Resident Evil chegava às lojas. Apesar de não contar com uma jogabilidade tão inovadora assim, pois já tinha sido vista em clássicos como Alone in the Dark, o game surpreendeu por colocar o jogador e o protagonista em pé de igualdade. Ambos não sabiam o que se escondia à frente, e poderiam ser surpreendidos a qualquer momento.
O primeiro jogo da série também criou um gênero, o survival horror, termo oriundo de uma das frases que aparecem durante os loadings do título. A categoria englobaria uma série de jogos posteriores que utilizariam a mesma fórmula, além de títulos passados, como o próprio Alone in the Dark e Sweet Home. Os dois games, inclusive, são inspirações declaradas do designer Shinji Mikami, o criador da franquia de horror.
Além disso, referências aos filmes de George Romero também são frequentes no título. A utilização de zumbis como inimigos em um jogo pode ser considerada inusitada. Os cadáveres ambulantes e extremamente lerdos podem não parecer uma ameaça muito grande quando em combate contra um time de elite. Coloque-os em corredores escuros e apertados, sem espaço para manobras, e dê pouca munição aos personagens para que a coisa mude de figura.
Após passar por uma reformulação que abandonou muitos dos traços originais que a tornaram um sucesso, a série Resident Evil é hoje uma das franquias mais lucrativas do mercado de games. É também a principal série da Capcom, competindo em importância até mesmo com grandes clássicos da indústria como Street Fighter e Mega Man. A marca também ultrapassou a barreira dos games e surgiu em uma série de outros meios, como livros e gibis, além de gerar uma franquia cinematográfica de grande sucesso. A conspiração da Umbrellae o início de tudo
Atenção: os trechos a seguir contém spoilers da trama de diversos games da série Resident Evil. Se você deseja jogá-los e se surpreender com a história, avance para o subtítulo “Expandindo a cronologia”.
Uma série de crimes brutais, ocorridos nas montanhas que rodeiam Raccoon City, resulta em vítimas dilaceradas, com marcas de mordidas que indicam canibalismo. Para lidar com o incidente, o departamento de polícia de Raccoon City envia o time Bravo, equipe secundária dos S.T.A.R.S., esquadrão que reúne os oficiais de elite da cidade.
Após 24 horas sem contato, o time Alpha é enviado para continuar a investigação e localizar os companheiros desaparecidos. É assim que começa o primeiro Resident Evil. Logo após pousarem na floresta, a equipe é atacada por estranhas criaturas e se vê obrigada a buscar refúgio em uma misteriosa mansão localizada no coração da mata. É aí que os jogadores assumem o papel de Chris Redfield ou Jill Valentine. A escolha entre os personagens também indica a dificuldade do jogo e apresenta desenrolares diferentes da história.
A mansão, porém, se mostra um porto não tão seguro assim. Povoada de zumbis e outras criaturas medonhas, o local cada vez mais se prova ser parte do problema. Durante o curso das investigações, Chris e Jill descobrem que a casa, na verdade, serve de fachada para os laboratórios secretos da Umbrella e que o líder dos S.T.A.R.S., Albert Wesker, está envolvido na conspiração.
Para o público, a empresa nada mais é do que uma benevolente indústria farmacêutica que teve papel fundamental na criação e desenvolvimento de Raccoon City. O real ramo de atuação da companhia, porém, é a pesquisa e produção de armas biológicas. Para mascarar suas atividades, a Umbrella mantinha uma boa parcela de seus empregados agindo como espiões na força policial, e subornava a prefeitura para evitar intromissões em seus trabalhos.
Foi das pesquisas ilegais da Umbrella que surgiu o T-Vírus, responsável pela criação dos zumbis e outras armas biológicas enfrentadas por Chris e Jill. A própria missão de investigação conduzida pelos S.T.A.R.S. não passava de mais um teste do potencial dos armamentos orgânicos, conduzido pelo próprio capitão do esquadrão, Albert Wesker. O feitiço, porém, se volta contra o feiticeiro quando o próprio vilão é brutalmente assassinado por uma de suas criações.
Chocados com a morte de grande parte de seus companheiros, Chris, Jill e os poucos sobreviventes dos S.T.A.R.S. voltam à cidade dispostos a revelar toda a verdade. Desacreditados, os policiais são afastados de seus deveres sob acusação de uso de entorpecentes, e se veem obrigados a agir por conta própria.
Raccoon City sitiadaO caos em forma de zumbi
A preocupação da Umbrella com o acobertamento de suas próprias atividades se resumia não apenas a policiais e outras forças de investigação, mas também a seus próprios funcionários. Em um laboratório localizado no subterrâneo de Raccoon City estava sendo desenvolvido o G-Vírus, capaz de criar armas biológicas ainda mais perigosas.
O envio de tropas da empresa para roubar a pesquisa de seu criador, William Birkin, resultou no vazamento da substância e infecção de todo o sistema de esgotos da cidade, bem como do suprimento de água. Aos poucos, mais e mais pessoas se tornavam vítimas das pesquisas ilegais da Umbrella até que todo o município acabou tomado pelo caos.
É nesse ensejo que se inicia Resident Evil 2. Chegando à cidade para seu primeiro dia de trabalho, o policial novato Leon Scott Kennedy encontra uma cidade completamente deserta. Em um de seus primeiros encontros com os zumbis, acaba salvando Claire Redfield. A moça foi a Raccoon em busca de informações sobre o paradeiro de seu irmão, Chris, sem saber que cairia de paraquedas em um enredo típico dos longas de Romero.
Juntos, os dois se aventuram pela delegacia e pelos esgotos de Raccon até chegar ao laboratório de pesquisas liderado por William Birkin e sua esposa, Annette. No processo, descobrem como o drama da família afeta principalmente Sherry, a filha do casal.
Ao mesmo tempo em que Leon e Claire tinham sua experiência com os horrores de Raccoon City, Jill Valentine lutava para sobreviver a uma das armas biológicas mais terríveis inventadas pela Umbrella. Em Resident Evil 3: Nemesis, o monstro homônimo é enviado à cidade para exterminar os membros remanescentes dos S.T.A.R.S. Os assassinatos que sairiam impunes devido ao caos generalizado da infecção.
O game é dividido em duas partes, a primeira passada 24 horas antes de Resident Evil 2, e a segunda um dia depois. Durante o jogo, Jill Valentine acaba infectada pelo T-Vírus e, após obter a cura, acaba fugindo de Raccoon City poucos minutos antes de uma explosão nuclear que destrói completamente a cidade. O bombardeio foi ordenado pelo presidente norte-americano como única maneira de evitar que a infecção se espalhasse para outros locais.
Após o incidente, Jill parte para a Europa e se reúne com seus antigos companheiros dos S.T.A.R.S. Leon e Sherry são capturados por agentes federais e Claire foge para continuar a busca por seu irmão. Albert Wesker
Assumindo o posto da Umbrella
Como se a ameaça da Umbrella já não fosse ruim o suficiente, em Resident Evil CODE: Veronica, um segundo mal é adicionado ao rol de inimigos criado pela Capcom. Albert Wesker, o antigo líder dos S.T.A.R.S. e dado como morto após o final do primeiro game da série, retorna para mais um confronto com Chris Redfield.
O objetivo real do vilão era roubar os dados de pesquisa da Umbrella e utilizá-los em benefício próprio. Para forjar sua própria morte, Wesker injetou em si mesmo um vírus modificado, que o levaria a um estado de coma temporário e o faria ressurgir com poderes sobre-humanos. Dessa forma, ele poderia sair de cena e agir nas sombras, aparecendo apenas quando necessário.
No game, Claire Redfield é capturada pela Umbrella e enviada para a Rockfort Island. Lá, ela deve escapar das garras do lunático Alfred Ashford, último descendente de uma das famílias que deram origem à Umbrella. Ao descobrir o destino da irmã, Chris parte em seu resgate.
CODE: Veronica também é o game responsável por alçar Wesker à categoria de principal vilão de toda a saga. Sua importância ultrapassou até mesmo a da Umbrella que, abalada pela falta de relações com o governo norte-americano e a repercussão do desastre em Raccoon City, teve de fechar as portas.
Tiros e mais tirosMudança de foco
Resident Evil 4 mostra um mundo já livre da maligna empresa, mas não a salvo de ameaças. O título marca o início de uma nova era na série. Saem os corredores escuros e a jogabilidade travada, entra uma câmera sobre o ombro, cenários completamente tridimensionais e um foco muito maior na ação. A dinâmica mais movimentada do game, porém, também culminou na última aparição dos zumbis em um jogo da série principal.
O game marca também o retorno de Leon, agora um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos, enviado para uma área desolada da Europa em uma missão de resgate de Ashley Graham, a filha do presidente. A garota foi sequestrada por um culto religioso que tem, como principal objetivo, subverter a ordem mundial com a utilização do Las Plagas, um parasita de controle mental.
O sequestro de Ashley, porém, não é o único acontecimento que faz parte do game. Wesker também está envolvido e deseja obter uma amostra do Las Plagas para usar em benefício próprio. Bem sucedido em seu objetivo, o vilão parte para executar sua última cartada. Resident Evil 5 é o palco do plano final de Albert Wesker. Usando o Las Plagas e todos os outros vírus desenvolvidos pela Umbrella, o vilão deseja extinguir toda a raça humana de forma que apenas os indivíduos superiores permanecessem. O “filtro” seria o Uroboros, espécie de mistura entre vírus e parasita que seria disperso na atmosfera, infectando todo o planeta.
Ele não contava, porém, com a intervenção de Sheva Alomar e Chris Redfield, seu antigo rival. Membros de um esquadrão que combate incidentes bioterroristas ao redor do mundo, os dois são enviados à África para prender um traficante de armas. Durante a investigação, acabam descobrindo sobre os desígnios do vilão e ficam com a responsabilidade de impedi-lo.
De acordo com a Capcom, Resident Evil 5 serve como um ponto de fechamento para a trama principal e realmente encerra a história iniciada no primeiro game da série. Daqui para frente, o futuro é incerto. Relatos preliminares divulgados pela produtora indicam a possibilidade de um reboot da franquia mas, até o momento em que esse artigo foi escrito, não existem informações sobre um sexto capítulo.
Expandindo a cronologiaHistórias complementares e spin-offs
Com mais de 30 jogos lançados para as mais diferentes plataformas, incluindo celulares, dá para imaginar que a trama de Resident Evil não é tão simples quanto resumida nos trechos acima. Na verdade, apesar da série principal ser composta por oito jogos, diversos outros títulos complementam ou adicionam fatores importantes à cronologia.
O maior exemplo da constatação acima é Resident Evil: The Umbrella Chronicles. O game, lançado em 2007 com exclusividade para o Nintendo Wii, reconta os acontecimentos dos primeiros jogos a partir de um ponto de vista muito peculiar: o do próprio Albert Wesker.
No título, o jogador é apresentado a uma versão resumida dos acontecimentos de Resident Evil Zero, do primeiro game da série e de RE3. O mais interessante, porém, são os relatos dos “bastidores” desses fatos, que mostram o caminho de Wesker durante o incidente da mansão e os primeiros passos de seus planos. O game conta ainda com um capítulo inédito que reúne Chris e Jill pela primeira vez desde o jogo original da série.
A Capcom utilizou abordagem semelhante com Resident Evil: The Darkside Chronicles. Desta vez, o autor das “crônicas” é Leon, que relata o inferno sofrido por ele e Claire durante a infecção em Raccoon City, além dos acontecimentos dos quais a moça participou na Ilha Rockfort. As histórias são contadas a seu antigo parceiro Jack Krauser, o mesmo que aparece como vilão em RE4.
Como em Umbrella Chronicles, Darkside Chronicles também apresenta um capítulo inédito, mostrando como Krauser definiu seu alinhamento e passou de herói para vilão. O segundo game exclusivo para Wii, porém, conta com bem menos influência na cronologia do que seu antecessor, apesar de apresentar grandes melhorias na dinâmica e jogabilidade.
Em duas ocasiões, a Capcom também voltou atrás para rever acontecimentos antigos sob uma nova ótica e adicionar acontecimentos inéditos. É o caso do remake do primeiro jogo da franquia e de Resident Evil Zero, ambos lançados em 2002 para o Nintendo GameCube.
O título não é apenas uma renovação total do game original, com novos gráficos e personagens remodelados. Para o lançamento, a Capcom também adicionou pontos completamente inéditos à trama, bem como novas áreas e variações dos enigmas já conhecidos, para surpreender aqueles que se julgavam mestres em Resident Evil.
Já Resident Evil Zero, como o nome já diz, é um prequel que retrata as 24 horas anteriores à missão de Chris e Jill na mansão. No controle de Rebecca Chambers e Billy Coen, o jogador descobre a história dos responsáveis pela criação do T-Vírus, que remete às origens da própria Umbrella, e o destino do time Bravo dos S.T.A.R.S.
A primeira aventura online na série se deu em Resident Evil Outbreak. No game, o jogador controlava cidadãos comuns de Raccoon City, que se viam sem alternativas a não ser lutar pela própria sobrevivência. Lançado exclusivamente para o PlayStation 2, um console sem funções nativas de acesso à internet, o título chegou a ter uma sequência, mas, apesar de adorados por uma boa parcela dos fãs, não gerou uma subfranquia consistente.
Em mais uma reimaginação, a Capcom decidiu criar um Resident Evil com ares de FPS em Survivor. Com histórias paralelas, a série de títulos trazia a ação da terceira pessoa para a primeira, com uma jogabilidade que permitia o uso de acessórios em formato de pistola, fazendo com que o jogador atirasse “de verdade” contra os zumbis na tela.
Apesar dos ares de minigame, dois dos três títulos dessa subsérie apresentaram tramas interessantes que, apesar de influenciarem muito pouco na cronologia central, adicionam fatos interessantes à saga. No primeiro deles, por exemplo, o jogador é apresentado à saga de um homem sem memórias durante um acidente biológico na Ilha Sheena, mais um laboratório secreto da Umbrella.
Já Resident Evil: Dead Aim se passa durante a derrocada da Umbrella. Na pele do agente do governo americano Bruce McGivern, a missão do jogador é impedir que um terrorista atacasse a civilização utilizando os vírus mortais da empresa. Apesar de ser um título secundário da franquia, esse game conta com cenas de cortes muito bem trabalhadas e gráficos bonitos, que aproveitam bem o potencial do PlayStation 2.
A Capcom também criou uma série de jogos de Resident Evil para celulares. Em sua maioria, os títulos são minigames de tiro ou aventura mas existem também aqueles que tentam reproduzir a experiência de se jogar nos consoles. É o caso, por exemplo, da adaptação do quarto game da série para o iPhone.
O pulo para a tela grandeCom muitas diferenças
Em 2002, Resident Evil: O Hóspede Maldito chegava aos cinemas brasileiros em meio à desconfiança dos fãs. O filme do diretor Paul W.S. Anderson (conhecido dos gamers por sua adaptação de Mortal Kombat para a tela grande) apresentava um roteiro bem diferente do que os jogadores estavam acostumados a jogar.
Saem as mansões escuras e cenários decrépitos, entra um laboratório de alta tecnologia da Umbrella. A modificação serve de apoio para a história de Alice, interpretada por Milla Jovovich. Ao acordar completamente desmemoriada, a moça é surpreendida pela chegada dos agentes de segurança da empresa farmacêutica. A missão dos oficiais é averiguar um incidente no centro de pesquisas da companhia, que foi completamente isolado pela inteligência artificial que controla o lugar.
Apesar de contar com zumbis e até mesmo o Licker, um dos monstros mais aclamados de Resident Evil 2, o longa apresentou uma dinâmica com foco muito maior na ação do que no terror. Os tiroteios eram embalados com rock pesado e o longa continha, inclusive, cenas de luta entre humanos e mortos-vivos. Todos esses elementos passam bem longe do terror característico dos primeiros games da série.
Ainda assim, a recepção do público foi positiva e rendeu uma sequência, Resident Evil 2: Apocalipse. Para retratar os acontecimentos do terceiro game da série, Paul Anderson inclui alguns personagens dos jogos, como Carlos Oliveira, Nemesis e uma bela Jill Valentine, interpretada por Sienna Guillory.
A entrada deles, porém, faz muito pouco para aproximar os filmes dos jogos. Em Apocalipse, a missão de Nemesis era entrar em confronto com Alice, de forma que a Umbrella pudesse testar qual das duas armas biológicas era a mais eficaz. Sim, a personagem de Milla Jovovich também foi manipulada pela maléfica empresa, que a concedeu poderes muito além da capacidade de qualquer ser humano normal.
O sucesso de público cada vez maior trazia consigo longas cada vez mais elaborados, pelo menos no que tocava cenas de ação e a dimensão dos acontecimentos retratados. Em Resident Evil 3: A Extinção, praticamente toda a humanidade havia sido infectada pelo vírus da Umbrella, que também transformou o mundo em um deserto infrutífero.
Sem controle sobre seus poderes, Alice acompanha uma caravana de sobreviventes liderada por Carlos e Claire, mais uma personagem dos games estreante nos filmes. A protagonista é caçada constantemente pelos satélites da Umbrella, já que seu sangue pode ser a única chave para a cura do vírus que assola o mundo.
Apesar do roteiro raso e das cenas capazes de causar convulsões em qualquer fanático pelos games, Resident Evil 3: A Extinção obteve o maior sucesso de público de toda a franquia cinematográfica. O resultado serviu como uma carta branca para Paul Anderson que, com o quarto longa, produziu Resident Evil 4: Recomeço.
O filme utiliza o Fusion Camera System, a mesma tecnologia usada por James Cameron em Avatar. Utilizando todas as possibilidades que apenas o cinema 3D proporciona, Paul Anderson criou cenas de ação ainda mais trabalhadas e com elementos que, literalmente, saltam aos olhos do espectador.
Na trama, Alice obtém sucesso em seu último ataque contra a Umbrella, mas perde todos os seus poderes no processo. Sozinha, ela segue em busca de seus antigos companheiros até Los Angeles. Reunida com um novo grupo de sobreviventes, ela descobre que a ameaça da empresa está longe de chegar ao fim e que Albert Wesker, seu maior inimigo, está por trás de tudo. FuturoNovidades à vistaA Capcom tem grandes planos para o futuro da série. Além de Resident Evil 6, já dado como certo mas ainda não anunciado, a empresa pretende lançar três novos títulos, para as mais diversas plataformas, entre 2011 e 2012. A grande bola da vez é o Nintendo 3DS, que receberá dois novos jogos da franquia.
O primeiro deles, com data de lançamento marcada para o dia 28 de junho, é Resident Evil: The Mercenaries 3D. O título transforma o famoso minigame em um jogo independente, e adiciona novas funcionalidades e personagens. Além da estreia de Claire Redfield no modo, esse será o primeiro game da série a permitir que os jogadores andem e atirem ao mesmo tempo.
Marcado para sair no ano que vem, Resident Evil: Revelations traz, mais uma vez, a dupla de protagonistas preferida da maioria dos fãs: Chris e Jill. Com poucas informações divulgadas até o momento, a aventura se passa antes mesmo dos acontecimentos do quinto jogo da franquia e tem como principal destaque trazer de volta os antigos elementos de terror que transformaram Resident Evil em um sucesso.
Além dos zumbis, o jogo utilizará as funcionalidades tridimensionais do portátil para criar uma imersão nunca antes vista na série. O foco aqui é a exploração dos cenários e o retorno da sensação de que há uma ameaça em cada esquina. Uma demonstração mais profunda do título está marcada para acontecer durante a E3 2011.
O principal título da Capcom para este ano fiscal, porém, é Resident Evil: Operation Raccoon City. O game pretende focar ainda mais na ação do que os antecessores e, literalmente, transformar o incidente em Raccoon City em palco para tiroteios e grandes batalhas entre esquadrões de elite.
De um lado, estão as forças especiais da Umbrella, com a missão de apagar as provas do envolvimento na empresa no desastre. De outro, um time especializado do exército americano, enviado a Raccoon para proteger os sobreviventes. E no meio disso tudo estão os monstros clássicos, que constituem tanto uma ameaça como uma vantagem, que pode ser utilizada de forma estratégica contra os oponentes.
Desenvolvido pela Slant Six Games e com lançamento marcado para o próximo inverno americano (entre os meses de dezembro de 2011 e fevereiro do ano que vem), o título terá grande foco no online, mas sem esquecer o modo história. A Capcom tem grandes expectativas para o título e quer que ele ultrapasse a marca de 2,5 milhões de unidades vendidas, mais do que o esperado para Street Fighter X Tekken, por exemplo.
Por último, no campo cinematográfico, dois novos filmes também já estão a caminho, ambos com lançamento marcado para o ano que vem e pouquíssimas informações divulgadas. Um deles é a animação Resident Evil: Damnation (condenação, em tradução livre) e terá Leon como protagonista mais uma vez.
Já o segundo é Resident Evil: Retribution (retribuição, em inglês, provavelmente com sentido de vingança), o quinto capítulo da saga cinematográfica. Por enquanto, as atrizes Milla Jovovich e Sienna Guillory já estão confirmadas, nos papeis de Alice e Jill, respectivamente. O roteiro, mais uma vez, é de autoria de Paul Anderson.
Algumas pessoas dizem que se você quer aproveitar com plenitude os benefícios das imagens em 3D, faça isso em uma tela de grandes dimensões. Talvez seja por isso que o 3D obteve êxito nos cinemas, mais do que em ambientes domésticos. Mas a barreira de ter que usar um óculos para visualizar os resultados tridimensionais é um problema que os fabricantes trabalham incessantemente para resolver. Pois bem, a Nissho Electronics combina o melhor de dois mundos: lançou uma TV 3D de grandes dimensões, mas que dispensa o uso de óculos especiais.
TV de 52 polegadas que dispensa óculos 3D (Foto: Divulgação)
A Nissho não é uma fabricante muito conhecida no mercado de eletrônicos, mas os holofotes se voltam para ela, com o lançamento da TV 3D com nada menos que 52 polegadas, Full HD, e contando com a tela Dimenco, que dispensa o uso dos óculos.
saiba mais:
O modelo BDL5231-3D2R é anunciada como uma opção que promete solucionar o problema de usuários que não querem ver seus conteúdos tridimensionais em uma tela pequena, ou daqueles que possuem alguma limitação que impede o uso dos óculos especiais.
A tela LCD da TV possui um rating de contraste de 2.000:1 e 700 cd/m2 de brilho. Como você já pode imaginar, o preço da TV 3D BDL5231-3D2R da Nissho não é um produto barato, nem para os japoneses. O seu preço em terras nipônicas é de 1,7 milhão de ienes, ou aproximadamente US$ 21 mil.
Via: Akihabara News
Um dos poucos jogos proibidos no Brasil pode está voltando.Esse rumor começou com uma contagem regressiva neste site aqui. A contagem regressiva termina em 1º de junho, uma semana antes da E3.
A franquia que começou em 1997 pela SCi, depois, a licença caiu nas mãos da Eidos, e agora é propriedade da Square Enix, foi muito discutido no Brasil por causa da sua violência.
Vazou no YouTube um vídeo de FIFA12, mostrando 9 minutos da jogabilidade e novos recursos do novo jogo da franquia da EA. Vamos às novidades:
Defesa tática:
A marcação trava em um jogador, individualmente, avançando e recuando, sem “dar o bote” desgovernadamente. O domínio da bola estará maior e mais preciso, bem como a forma de proteger a bola do adversário ficou mais eficiente.
Dribles:
Haverá maior liberdade nos movimentos com a bola. Parece se tratar de uma expansão do sistema de dribles em 360º no qual é possível mudar de direção em movimento em ângulos mais fechados. Antes, quando se estava correndo com a bola, para mudar de direção era necessário um raio de curva bem mais amplo. Ou seja, dar uma volta bem maior.
Enquanto o defensor está pressionando, você consegue armar um drible para sair da marcação.
Física do jogo:
A engine física estará bastante aprimorada, interpretando cada contato em várias situações do jogo e vai responder de forma diferente a cada tipo de interação. Por exemplo, dependendo da força e velocidade co que cada jogador estiver na hora da interação, jogadas mais violentas ou menos viris acontecerão.
Engine de impacto:
Enquanto o jogador está protegendo a bola, o marcador tem que dosar a força com que ele chegará para tentar evitar um contato mais ríspido, para não cometer a falta.
Haverá mais animações para contatos, resultando em comportamentos mais variados na hora da “pancadaria”.
Os jogadores que forem mais habilidosos conseguirão fugir das faltas apenas com a movimentação do corpo.
O tempo de resposta ficou melhor, permitindo que o zagueiro possa roubar a bola até o último momento, ou mesmo o atacante errar o chute. Por esta mesma razão, as divididas ficarão mais acirradas.
Contusões:
O sistema de contusões permitirá que contusões aconteçam em tempo real ou mesmo que o jogador se machuque sozinho. Além disso, o sistema de personalidade será expandido e os jogadores que forem mais propensos vão se machucar mais vezes (“bichado”).
Empurrões sempre estiveram presentes nos jogos. Agora, se houverem puxões, será uma grande novidade, que com certeza agradará a muito aos jogadores.
Além de Ezio Auditore da Firenze e Altaïr Ibn-La'Ahad, Assassin's Creed Revelations teve revelados novos personagens pela GameInformer.
Manuel Palaeologos e o Príncipe Suleiman foram tirados dos livros de história. O primeiro foi imperador do Império Bizantino e terá ligações com os Templários. O outro tornou-se conhecido como Solimão, o Magnífico, o décimo sultão do Império Otomano e o que teve reinadomais longo. No game, porém, o conheceremos aos 17 anos, antes de subir ao poder.
Já Sofia Sorto, o novo interesse amoroso de Ezio, é totalmente ficcional. Seu visual foi inspirado na pintura de Albrecht Dürer "Retrato de uma jovem veneziana". Outro personagem criado para o jogo é Yusuf Tazim, o Mestre Assassino de Constantinopla.
A revista também detalha os novos personagens para o multiplayer:
Vanguarda - uma cossaca de Odessa.
Guardião - templário ligado ao Sultão
Bombardeiro - um soldado do corpo otomano de artilharia
Sentinela - jovem assassino que traiu a causa e tornou-se templário.
O game será lançado para para PCs, Xbox 360 e PlayStation 3 em novembro.
Pesquisando no Google esse Rapaz ai em cima é o Príncipe Suleiman, mais conhecido como Solimão, o Magnífico. ( Só que no jogo, ele estará mais jovem)